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Por que reconstruir espaços públicos para o atletismo?


O Rio de Janeiro teve protagonismo em três grandes eventos, o Pan 2007, Jogos Mundiais Militares 2011 e a Rio 2016. As expectativas dos legados desses eventos se tornaram ínfimas, e em alguns casos até o momento inexistentes para o atletismo federado do Rio de Janeiro.


Não há estádios, projetos governamentais, apoios institucionais ou patrocínio aos que estão na base dectando e formando talentos.

A luta e expectativa pela reconstrução do mais emblemático estádio de atletismo do Brasil não está pautada somente pela relevância histórica. A localização privilegiada, acessível por inúmeros modais e a possibilidade de uso democrático, faz do Estádio Célio de Barros um equipamento completo às demanada do esporte.


Mas não é só o Célio de Barros. A pista do Miécimo da Silva, no bairro de Campo Grande, é outro retrato da não conservação de um espaço público que deveria estar a serviço da comunidade, em geral, e dos praticantes do esporte. Não nos faltam recursos humanos.

Não nos faltam talentos. Não nos faltam treinadores. Faltam espaços para as práticas e projetos contínuos. Atletismo sempre será uma ferramenta esportiva capaz de contribuir com a melhoria dos indicadores sociais.


A importância de um equipamento público para as competições regional, nacional e internacional no Rio de Janeiro, deve fazer parte de uma política de Estado (Municipal, Estadual ou Federal). O atletismo não pode ficar refém do Público e do Privado que não tenham compromisso, respeito, empatia com a nossa causa, o nosso atletismo.


O Rio de Janeiro merece respeito e comprometimento dos governantes que podem e devem mudar esse cenário. Vontade política!


A Confederação Brasileira de Atletismo - CBAt, através do presidente Wlamir Motta, está realizando o Troféu Brasil, colocando todo seu empenho pessoal e institucional, com staff completo da CBAt em uma mobilização excepcional.


Parabéns!

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